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Saiba o que são os alimentos transgênicos e quais os seus riscos


por Redação do Idec
n 0603 1423689948 300x200 Saiba o que são os alimentos transgênicos e quais os seus riscosConceito: são alimentos modificados geneticamente com a alteração do código genético, isto é, é inserido no organismo genes proveniente de outro. Este procedimento pode ser feito até mesmo entre organismos de espécies diferentes (inserção de um gene de um vírus em uma planta), por exemplo. O procedimento pode ser realizado com plantas, animais e micro-organismos.
Riscos para a agricultura: as espécies transgênicas são protegidas por patentes, o que significa que o agricultor que decidir utilizá-las (se autorizadas no Brasil) terá de pagar royalties para a empresa detentora da tecnologia. A consequência mais imediata será o aumento da dependência do agricultor das empresas transnacionais do setor. Isto por que, por regra contratual, o agricultor não pode utilizar as sementes do plantio anterior, e assim terá que comprar as sementes transgênicas a cada safra. Além disto, é muito difícil o agricultor “se livrar” totalmente das plantas transgênicas, o que pode ocorrer com qualquer plantação, já que, caso ele não queira mais plantá-las, a chance de ainda nascer uma planta transgênica na plantação convencional existe. Caso isso ocorra, ele poderá ser compelido a pagar uma multa e mais royalties.
Além disso, existe o risco da contaminação. A contaminação pode ocorrer por meio de insetos ou até mesmo por meio do vento. É o caso do milho, assim, se não existir um espaçamento adequado entre as lavouras transgênicas e as convencionais, a contaminação pode ocorrer, pegando de surpresa o agricultor no momento da venda. Ocorre com frequência a perda de contrato desses agricultores, já que o comprador estava interessado em um produto não transgênico.
Riscos para a saúde: são vários e graves os riscos potenciais, tendo os cientistas apontado como os principais deles:
1. Aumento das alergias
Quando se insere um gene de um ser em outro, novos compostos podem ser formados nesse organismo, como proteínas e aminoácidos. Se este organismo modificado geneticamente for um alimento, seu consumo pode provocar alergias em parcelas significativas da população, por causa dessas novas substâncias. Por exemplo, no Instituto de Nutrição de York, Inglaterra, em 1999, uma pesquisa constatou o aumento de 50% na alergia a produtos à base de soja, afirmando que o resultado poderia ser atribuído ao consumo de soja geneticamente modificada.
Outra preocupação é que se o gene de uma espécie que provoca alergia em algumas pessoas for usado para criar um produto transgênico, esse novo produto também pode causar alergias, porque há uma transferência das características daquela espécie. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos: reações em pessoas alérgicas impediram a comercialização de uma soja que possuía gene de castanha-do-pará (que é um famoso alergênico).
2. Aumento de resistência aos antibióticos
Para se certificar de que a modificação genética “deu certo”, os cientistas inserem genes (chamados marcadores) de bactérias resistentes a antibióticos. Isto pode provocar o aumento da resistência a antibióticos nos seres humanos que ingerem esses alimentos. Em outras palavras, pode reduzir ou anular a eficácia dos remédios à base de antibióticos, o que é uma séria ameaça à saúde pública.
3. Aumento das substâncias tóxicas
Existem plantas e micróbios que possuem substâncias tóxicas para se defender de seus inimigos naturais, os insetos, por exemplo. Na maioria das vezes, não fazem mal ao ser humano. No entanto, se o gene de uma dessas plantas ou de um desses micróbios for inserido em um alimento, é possível que o nível dessas toxinas aumente muito, causando mal às pessoas, aos insetos benéficos e aos outros animais. Isso já foi constatado com o milho transgênico Bt, que pode matar lagartas de uma espécie de borboleta, a borboleta monarca, que é um agente polinizador. Sequer a toxicidade das substâncias inseridas intencionalmente nas plantas foi avaliada adequadamente. Estas substâncias estão entrando nos alimentos com muito menos avaliação de segurança que qualquer aditivo, corante, pesticida ou medicamento.
4. Maior quantidade de resíduos de agrotóxicos
Com a inserção de genes de resistência a agrotóxicos em certos produtos transgênicos, as pragas e as ervas daninhas poderão desenvolver a mesma resistência, tornando-se “superpragas” e “superervas”. Por exemplo, a soja Roundup Ready tem como característica resistir à aplicação do herbicida Roundup (glifosato). Consequentemente, haverá necessidade de aplicação de maiores quantidades de veneno nas plantações, o que representa maior quantidade de resíduos tóxicos nos alimentos que nós consumimos. No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, em 2004, o aumento em cinquenta vezes do limite de glifosato permitido em alimentos a base de soja. Os prejuízos para o meio ambiente também serão graves: maior poluição dos rios e solos e desequilíbrios incalculáveis nos ecossistemas.
Riscos para o meio ambiente: os perigos que os transgênicos podem oferecer ao meio ambiente são muitos. Além da aplicação de maiores quantidades de veneno nas plantações, com maior poluição dos rios e solos, haverá ainda desequilíbrios nos ecossistemas a partir da maior resistência desenvolvida, ao longo dos anos, pelas pragas e ervas daninhas.
Para o Brasil, detentor de uma biodiversidade ímpar, os prejuízos decorrentes da poluição genética e da perda de biodiversidade são outros graves problemas relacionados aos transgênicos.
* Publicado originalmente no site Idec.




BOMBA na Medicina



Colesterol não é o Inimigo que você foi induzido a crer 
01/06/2011

Cirurgião especialísta em cardiologia admite enorme erro!



Por Dr. Lundell Dwight, MD


Nós os médicos com todos os nossos treinamentos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornarmos difícil admitir que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...
Como um cirurgião com experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é meu dia para reparar o erro de médicos com este fato científico.Eu treinei por muitos anos com outros médicos proeminentes rotulados como "formadores de opinião." Bombardeado com a literatura científica, sempre participando de seminários de educação, formuladores de opinião que insistiam que doença cardíaca resulta do fato simples dos elevados níveis de colesterol no sangue.

A terapia aceita era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma severa dieta restringido a ingestão de gordura. Este último é claro que insistiu que baixar o colesterol e doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.

Ela não está funcionando! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis. A descoberta, há alguns anos que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras enfermidades crônicas serão tratados.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo ter criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências apequenam qualquer praga histórica em termos de mortalidade, o sofrimento humano e terríveis consequências econômicas.
Apesar do fato de que 25% da população tomar caros medicamentos a base de estatina e, apesar do fato de termos reduzido o teor de gordura de nossa dieta, mais americanos vão morrer este ano de doença cardíaca do que nunca. Estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos atualmente sofrem de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Esses transtornos estão a afetar pessoas cada vez mais jovens em maior número a cada ano.
Simplesmente dito, sem a presença de inflamação no corpo, não há nenhuma maneira que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol se movimenta livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo a um invasor estrangeiro, tais como toxinas, bactéria ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se cronicamente expor o corpo à lesão por toxinas ou alimentos no corpo humano, para os quais não foi projetado para processar, uma condição chamada inflamação crônica ocorre. A inflamação crônica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa ponderada voluntariamente exporia repetidamente a alimentos ou outras substâncias conhecidas por causarem danos ao corpo? Bem, talvez os fumantes, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguia a dieta recomendada correntemente, baixa em gordura e rica em gorduras poli-insaturadas e carboidratos, não sabendo que estavam causando prejuízo repetido para os nossos vasos sanguíneos. Esta lesão repetida cria uma inflamação crônica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.
Deixe-me repetir isso. A lesão e inflamação crônica em nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordurarecomendada por anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crônica? Simplesmente, são a sobrecarga de simples carboidratos altamente processados ​​(açúcar, farinhae todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ômega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que são encontrados em muitos alimentos processados.
Imagine esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelho e quase sangrando. Faça isto várias vezes ao dia, todos os dias por cinco anos. Se você pudesse tolerar esta dolorosa escovação, você teria um sangramento, inchaço e infecção da área, que se tornaria pior a cada lesão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflama tório que pode estar acontecendo em seu corpo agora.

Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma. Eu olhei dentro de milhares e milhares de artérias. Na artéria doente parece que alguém pegou uma escova e esfregou repetidamente contra a parede da veia. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões compondo em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada com a inflamação.
Enquanto saboreamos um tentador pão doce, o nosso corpo responde de forma alarmante como se um invasor estrangeiro chegasse declarando guerra.Alimentos carregados de açúcares e carboidratos simples, ou processados ​​com óleos omega-6 para durar mais nas prateleiras foram a base da dieta americana durante seis décadas.
Esses alimentos foram lentamente envenenando a todos.
Como é que um simples bolinho doce cria uma cascata de inflamação fazendo-o adoecer?
Imagine derramar melado no seu teclado, ai você tem uma visão do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carboidratos simples como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar chegue em cada célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando suas células cheias rejeitarem a glicose extra, o açúcar no sangue sobe produzindo mais insulina e a glicose se converte em gordura armazenada.
O que tudo isso tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado em uma faixa muito estreita. 
Moléculas de açúcar extra grudam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao cravar seu nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todo dia, é exatamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Mesmo que você não seja capaz de ver, tenha certeza que está acontecendo. Eu vi em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus 25 anos que compartilhavam um denominador comum - inflamação em suas artérias.
Voltemos ao pão doce. Esse gostoso com aparência inocente não só contém açúcares como também é cozido em um dos muitos óleos omega-6 como o de soja. Batatas fritas e peixe frito são embebidos em óleo de soja, alimentos processados ​​são fabricados com óleos omega-6 para alongar a vida útil. Enquanto ômega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula controlando o que entra e sai da célula - deve estar em equilíbrio correto com o ômega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ômega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citocinas, que causam inflamação.Atualmente a dieta costumeira do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ômega-3 e ômega-6). A relação de faixas de desequilíbrio varia de 15:1 para tão alto quanto 30:1 em favor do ômega-6. Isso é uma tremenda quantidade de citocinas que causam inflamação. Nos alimentos atuais uma proporção de 3:1 seria ideal e saudável.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você carrega por comer esses alimentos, cria sobrecarga de gordura nas células que derramam grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias que se somam aos ferimentos causados por ter açúcar elevado no sangue. O processo que começou com um bolo doce se transforma em um ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, pressão arterial alta, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar do fato de que quanto mais alimentos processados e preparados consumirmos, quanto mais caminharemos para a inflamação pouco a pouco a cada dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados com açúcares e embebido em óleos omega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação, é voltar aos alimentos mais perto de seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha carboidratos muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras omega-6 causadoras de inflamações como óleo de milho e de soja e os alimentos processados ​​que são feitas a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7.280 mg de ômega-6, de soja contém 6.940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com capim.As gorduras animais contêm menos de 20% de ômega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.
Esqueça a "ciência" que tem sido martelada em sua cabeça durante décadas. A ciência que a gordura saturada por si só causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como sabemos agora que o colesterol não é a causa de doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A teoria do colesterol levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.
A medicina tradicional cometeu um erro terrívelquando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras omega-6. Temos agora uma epidemia de inflamação arterial levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O que você pode fazer é escolher alimentos integrais que sua avó servia(frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que sua mãe encontrou nos corredores de supermercado cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios).

[Ed. Nota: Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Sua prática privada, Cardíaca Care Center foi em Mesa, Arizona. Recentemente, Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. Ele é o fundador da Fundação Saúde dos Humanos, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações promover o bem estar.
Ele é o autor de 
"A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol.


Resistencia a antibióticos pode acabar com a medicina moderna‏


Bacteria carried by humans are becoming increasingly resistant to antibiotics


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma crise de resistência a antibióticos, que pode acabar com a medicina moderna.

Margaret Chan, diretora geral da OMS, alerta para o fato de que as bactérias estão ficando tão resistente aos antibióticos comuns, que isso poderia trazer nossa medicina a um ponto catastrófico. No fim, todo antibiótico pode se tornar inútil.
E estamos falando de medicamentos importantes para doenças como tuberculose, malária, infecções e HIV/AIDS. Nessa nova era pós-antibiótica, os medicamentos poderiam ficar mais caros e necessitar de períodos de tratamento mais longos para surtir o mesmo efeito do que os remédios antuais.
“Coisas comuns como uma garganta inflamada ou um machucado no joelho de uma criança podem voltar a matar. Nós estamos perdendo nossos melhores antibióticos”, afirma Chan. “Os tratamentos de substituição são mais caros, mais tóxicos e precisam de durações maiores. Para pacientes com doenças resistentes a medicamentos, a mortalidade pode subir em até 50%”.
De acordo com a organização, o culpado é o uso errado dos antibióticos, que não são prescritos de maneira certa e usados muito frequentemente e por muito tempo. [Telegraph]



Entrevista com Dr. Richard J. Roberts, Prémio Nobel  da Medicina 1993

A guerra silenciosa das farmacêuticas



 "Os medicamentos que curam completamente, não dão lucro"


Tenho 63 anos e o pior do envelhecer é ter muitas verdades como sagradas, pois é quando é realmente necessáriio fazer perguntas.
Nasci em Derby e o meu pai era mecânico, ofereceu-me um kit de química e ainda gosto de brincar. Sou casado tenho quatro filhos e sou tetraplégico devido a um acidente. O que me estimula é a investigação e por isso ainda a faço, participo no Campus for Excellence.

                                                                                                                                                                                                                          - A pesquisa pode ser planejada?  



Se eu fosse ministro da ciência procuraria pessoas entusiasmadas com projectos interessantes. Bastava financiar para que aparecessem em 10 anos resultados surpreendentes. 



- Parece uma boa política. 



Acredita-se geralmente que financiar a pesquisa é o bastante para se poder ir muito longe, mas se se quer ter lucros rápidos, tem de se apoir a pesquisa aplicada. 



- E não é assim? 



Muitas vezes as descobertas mais rentáveis são feitas baseadas em perguntas básicas. 

Foi assim que foi criado, com biliões de dólares, o gigante da biotecnologia dos EUA, a firma para quem eu trabalho.


Como foi criado esse gigante? 



A biotecnolgia apareceu quando apaixonados pela matéria se começaram a questionar se poderiam clonar genes. Assim se começou a estudar e a purificá-los. 



- Uma aventura por si só. 



Sim, mas ninguém na altura esperava enriquecer com essa matéria, foi difícil arranjar financiamento para as pesquisas, até que o Presidente Nixon em 1971 resolveu lançar a guerra contra o cancro. 



- Foi científicamente produtivo? 



Permitiu muitas pesquisas, uma delas foi a minha, com uma enorme quantidade de fundos públicos, com pessoas que não estavam directamente ligadas ao cancro, mas foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida. 



- Que foi que o Prof. descobriu? 



Phillipe Allen Sharp e eu descobrimos o ADN em íntrons eucarióticas e mecanismo de "splicing" do gene, e fomos bem recompensados. 



- Para que foi útil? 



Essa descoberta levou a perceber como funciona o ADN, no entanto tem apenas uma ligação indirecta com o cancro. 




Que modelo de pesquisa parece mais eficaz para você, o americano ou o europeu? 




É óbvio que os EUA, onde o capital privado tem um papel activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espetacular da indústria de computadores, onde o dinheiro privado é que financia a pesquisa básica aplicada, mas para a indústria da saúde ... eu tenho as minhas reservas. 



- Eu escuto. 



A pesquisa sobre a saúde humana não pode depender apenas de sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas, nem sempre é bom para as pessoas. 



- O senhor poderia explicar? 



A indústria farmacêutica quer servir o mercado de capitais ... 



- Como qualquer outra indústria... 



Não é apenas qualquer outra indústria, nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas, os nossos filhos e milhões de seres humanos. 



- Mas se eles são rentáveis, eles vão pesquisar melhor. 




Se você só pensar em benefícios, você vai parar de se preocupar em servir as pessoas. 



- Por exemplo? 



Eu vi que em alguns casos, os cientistas que dependem de fundos privados descobriram um medicamento muito eficaz, que teria eliminado completamente uma doença ... 



- E porque parar de investigar? 



Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessados ​​na cura mas na obtenção de dinheiro, assim a investigação, de repente, foi desviada para a descoberta de medicamentos que não curam completamente, tornam isso sim, a doença crónica. Medicamentos que fazem sentir uma melhoria, mas que desaparece quando o doente pare de tomar a droga. 



- É uma acusação grave. 



É comum que as empresas farmacêuticas estejam interessadas em pesquisas que não curam, mas que apenas tornam as doenças crônicas, com drogas mais rentáveis, do que medicamentos que curam completamente uma vez e para sempre. Você só precisa seguir a análise financeira da indústria farmacêutica e verificar o que eu digo. 



- Estão a matar dividendos. 



É por isso que dizemos que a saúde não pode ser um mercado e não pode ser entendida meramente como um meio de ganhar dinheiro. E eu acho que o modelo europeu de capital privado e público misto, é menos susceptível de encorajar tais abusos. 



- Um exemplo de tais abusos? 



Pararam nvestigações com antibióticos porque estavam a ser muito eficazes e os doentes ficaram completamente curados. Como novos antibióticos não foram desenvolvidos, os organismos infecciosos tornaram-se resistentes e a tuberculose hoje, que na minha infância tinha sido vencida, reaparece e matou no ano passado um milhão de pessoas. 



                                                                                                                                                                                                                                                                        -  Está a falar sobre o Terceiro Mundo? 

Esse é outro capítulo triste: doenças do Terceiro Mundo. Dificilmente se fazem investigações, porque as drogas que iriam combater essas doenças são inúteis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Mundo, o Ocidental : o remédio que cura completamente não é rentável e, portanto, não é pesquisado.


- Há políticos envolvidos? 




Não fique muito animado: no nosso sistema, os políticos são meros empregados das grandes empresas, que investem o que é necessário para que os "seus filhos" se possam eleger, e se eles não são eleitos, compram aqueles que foram eleitos. 

O dinheiro e as grandes empresas só estão interessados ​​em multiplicar. Quase todos os políticos - e eu sei o que quero dizer, dependem descaradamente destas multinacionais farmacêuticas, que financiam as suas campanhas. 
O resto são palavras ...


na fonte original este artigo foi removido, outra fonte :   http://www.revista-ariel.org/index.php?option=com_content&view=article&id=992:interview-with-dr-richard-j-roberts-nobel-prize-in-medicine&catid=54:healthy-mind-healthy-body&Itemid=83





A VERDADE SOBRE REFRIGERANTES

 Leia até a orientação do nutricionista no final...vale a pena!

Sem julgamento de valor 

acho que vale a pena a leitura...


'Aula sobre refrigerantes' 



Na verdade, a fórmula 'secreta' da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando. 



A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar. 


Entre outras coisas, fui eu quem teve que aprender tudo sobre refrigerante gaseificado para produzir o guaraná Dolly aqui (nos EUA), que usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores. 


Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car. 


Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser       'very low sodium') que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de 'açúcar' (sacarose). 

É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !... 

- Fórmula da Coca-Cola?... 

Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS - High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração. 

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico 'chupa' todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.). 

Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão). 

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto. 

O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada. 

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate. 

O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui.

- Refrigerante DIET

Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo. 

Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar 'edge' no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... A lista é enorme. 

Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo... Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal. 

(AUTOR: ANÔNIMO - por motivos óbvios) 




INTERESSANTE! 
Quando você  acaba de beber um refrigerante

Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett

Faculdade de Educação Física da UFMT Mestrado da Nutrição da UFMT 
Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo - 3615 8836 
Consultoria em Performance Humana e Estética 
**O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. 
Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto.
20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. 
O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular).
40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.
45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como com a heroína..)
50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. 
As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE.
60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. 
Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam..
Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. 
Ficará irritadiço. 
Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo
.
*Pense nisso antes de beber refrigerantes. 
Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! 
Prefira sucos naturais. 
Seu corpo agradece!* 

Se achar interessante, repasse. 
Certamente estará fazendo bem a alguém.

Sem Medo da VerdadeBoletim Eletrônico de Atualidades - N° 156 - 23/01/2012
www.paznocampo.org.br
linhagrossa

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:
http://www.paznocampo.org.br/boletim

Como combater a fome segundo o ambientalismo fundamentalista

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS) leiloou, no apagar das luzes de 2011, por meio da Conab (órgão ligado ao Ministério da Agricultura), duas mil toneladas de arroz apreendidos pelo Ibama por terem sido plantados em área ilegal. O alimento foi apreendido por ter sido constatado o descumprimento de embargo feito em 2005, de 1.319 ha de área agrícola numa fazenda do Mato Grosso.

Como a fazenda não possuía CAR nem Licença Ambiental, o proprietário e o arrendatário foram autuados em mais de R$ 7 milhões por funcionar atividade agrícola, utilizadora de recursos ambientais, sem Licença Ambiental e pelo “despautério” de plantar arroz onde deveria cultivar a regeneração natural da floresta existente outrora.

De acordo com o IBAMA, a atividade agrícola é considerada potencialmente poluidora, tendo a obrigatoriedade de Cadastro Técnico Federal (CTF) além de prévio licenciamnto ambiental, conforme Arts. 18 e 19 da Lei Complementar nº 38, de 21 de novembro de 1995, alterada pela Lei Complementar Estadual nº 232, de 21 de dezembro de 2005.

Os dois produtores multados nessa operação do Ibama foram punidos porque se recusaram a destruir área agrícola para replantar florestas, como ameaçou certa vez o ambientalistas do MMA, João de Deus Medeiros, no Estadão.
Eis aí a grande estratégia do fundamentalismo de ½ ambiente para alimentar o mundo: tornar a produção agrícola crime, multar o produtor rural, roubar sua produção e distribuir para os pobres. Vai funcionar até o último produtor ser liquidado. Depois... bem... depois é problema das futuras gerações.
Fonte: site Código Florestal  Brasileiro


Coca-cola Zero é proibida nos EUA e no Brasil










11/01/2012

Coca-cola Zero. Sukita Zero. Fanta Light. Dolly Guaraná. Dolly Guaraná Diet. Fanta Laranja. Sprite Zero. Sukita. Oito bebidas e duas substâncias altamente nocivas ao ser humano. Na Coca-cola Zero, está o ciclamato de sódio, um agente químico que reconhecidamente faz mal à saúde. Nos outros sete refrigerantes, está o benzeno, uma substância potencialmente cancerígena.Essa é a mais recente descoberta que vem sendo publicada na mídia e que só agora chega aos ouvidos das maiores vítimas do refrigerante: os consumidores. A pergunta que vem logo à mente é: “por que só agora isso está sendo divulgado?”. E, pior: “se estes refrigerantes fazem tão mal à saúde, por que sua venda é permitida?”.

Nos Estados Unidos da América, a Coca-cola Zero já é proibida pelo F.D.A. (Federal Drugs Administration), mas sua venda continua em alta nos países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, como os da Europa Oriental e América Latina. O motivo é o baixo custo do ciclamato de sódio (10 dólares por quilo) quando comparado ao Aspartame (152 dólares/Kg), substância presente na Coca-cola Light. O que isso quer dizer? Simplesmente que mesmo contendo substância danosa à saúde, a Coca Zero resulta num baixo custo para a companhia, tendo por isso uma massificação da propaganda para gerar mais vendas.

Não basta o cigarro?

E a ironia não para por aí. Para quem se pergunta sobre os países desenvolvidos, aqui vai a resposta: nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioria dos países europeus, a Coca-cola Zero não tem ciclamato de sódio. A luta insaciável pelos lucros da Coca-cola Company são mais fortes nos países pobres, até porque é onde menos se tem conhecimento, ou se dá importância, a essa informações.

No Brasil, o susto é ainda maior. Uma pesquisa realizada pela Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – verificou a presença do benzeno em índices alarmantes na Sukita Zero (20 microgramas por litro) e na Fanta Light (7,5 microgramas). Já nos refrigerantes Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita, o índice de benzeno estava abaixo do limite de 5 microgramas por litro.

Só para se ter uma idéia, o benzeno está presente no ambiente através da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Agora, imagine isso no seu organismo ao ingerir um dos refrigerantes citados. Utilizado como matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon, o benzeno está relacionado a leucemias e ao linfoma. Contudo, apesar de seus malefícios, o consumo da substância não significa necessariamente que a pessoa terá câncer, pois cada organismo tem seu nível de tolerância e vulnerabilidade.

Corantes e adoçantes

Na mesma pesquisa da Pro Teste, constatou-se que as crianças correm um grande risco, pois foram encontrados adoçantes na versão tradicional do Grapette, não informados no rótulo. Nos refrigerantes Fanta Laranja, Fanta Laranja Light, Grapette, Grapette Diet, Sukita e Sukita Zero, foram identificados os corantes amarelo crepúsculo, que favorece a hiperatividade infantil e já foi proibido na Europa, e o amarelo tartrazina, com alto potencial alérgico.

Enquanto a pesquisa acusa uma urgente substituição dos corantes por ácido benzóico, por exemplo, a Coca-cola, que produz a Fanta, defende-se dizendo que cumpre a lei e informa a presença dos corantes nos rótulos das bebidas. A AmBev, que fabrica a Sukita, informou que trabalha “sob os mais rígidos padrões de qualidade e em total atendimento à legislação brasileira”.

Por fim, a Refrigerantes Pakera, fabricante do Grapette, diz que a bebida pode ter sido contaminada por adoçantes porque as duas versões são feitas na mesma máquina e algum resíduo pode ter ficado nos tanques.

Quando será o fim dessa novela e da venda dos refrigerantes que contém substâncias nocivas à saúde, ninguém sabe. Mas enquanto os fabricantes deixam a ética e o respeito ao cidadão de lado em busca do lucro exacerbado, você tem a liberdade de decidir entre tomar esse veneno ou preservar a qualidade do seu organismo. Agora, é com você!

Fonte: Núcleo de Notícias

Que tal você tomar Lítio na sua água potável?



Aparentemente não há produtos químicos suficientes já adicionados à nossa água potável, então agora os "especialistas" querem adicionar o lítio. 

A razão principal é diminuir as taxas de suicídio e crimesviolentos. 

Ok! Vamos conhecer o Lítio ou Lithium?

Ele é receitado para:

Transtorno bipolar
Agitação não associados com transtorno bipolar
Depressão e para aumentar o efeito de antidepressivos
Como um estabilizador de humor
Severas Enxaquecas

"Assim como o flúor, lítio altera a produção normal do cérebro a serotonina e noradrenalina, que por sua vez artificialmente altera o modo como o indivíduopensa e como ele ou ela se sente sobre uma dada situação. 


O lítio é literalmente um "alterador" da mente, substância química antidepressiva.

E eles ainda alegam que essas alterações químicas sobre as populações inconscientes do mundo é uma idéia boa e aceitável." Fonte



Alguns cientistas acreditam que o lítio pode reduzir as taxas de suicídio se vestígios foram adicionados à água potável.






Vamos conhecer os efeitos colaterais do lítio?

Sede excessiva, urinar mais ou menos do que o habitual;

Febre, fraqueza, sensação de dor nos ou tremedeiras nos olhos e problemas de visão;
 Movimentos musculares em seus olhos, língua, mandíbula ou    pescoço;
Dor, sensação de frio, ou descolorações em seus dedos dos pés ou mãos;
Sensação de tontura, desmaios, batimentos cardíacos lentos;
Alucinações, apreensão (blackout ou convulsões);
Sudorese, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares;

Efeitos colaterais menos graves podem incluir:

Leve tremor das mãos;

Fraqueza, falta de coordenação;
Náuseas ligeiras, vômitos, perda de apetite, dor de estômago;
Queda ou cabelo seco;
Prurido da pele.

Ah! Pessoal, não vai ser maravilhoso??? Vamos ficar calminhos, calminhos, com pele seca, tremendo e vomitando, porque não se esqueçam tudo começa nos EUA, e depois, vai para todos os países. Incluindo o nosso claro!!

Fonte:e foto



Supérfluos – Alimentos que fazem mal a saúde ganham espaço no prato dos brasileiros


23 de agosto de 2011 | Nas Categorias: Alimentação Saudável | Por: Nadia Cozzi










Esta semana li uma notícia na Internet sobre um estudo encomendado para avaliar o crescimento do poder aquisitivo da população brasileira. A notícia nem era recente, coisa de alguns meses já, mas o que me chamou atenção foi o critério de avaliação: o carrinho de compras do supermercado. Ou melhor, o aumento de supérfluos dentro do carrinho, principalmente entre as classes C, D e E.
A grande notícia era que o arroz e o feijão passaram a dividir espaço com produtos considerados supérfluos. Os comentários dos leitores, então, continham absurdos como: “o aumento do poder aquisitivo da população brasileira abriu espaço para alimentos mais práticos e gostosos”, ou pior, “o novo consumidor está cada mais exigente querendo trazer para si alimentos mais saborosos, saudáveis, de preparo fácil e rápido, de qualidade assegurada, sustentáveis e éticos”. “Saborosos e saudáveis”, alimentos carregados de aditivos químicos que sabidamente fazem mal à saúde? “Sustentáveis e éticos”, alimentos que poluem e fazem propaganda enganosa? “Práticos”, sem dúvida, mas exercem sua função de alimentar?
A falta de conhecimento é assustadora, o consumismo é fator determinante da felicidade. E isso não acontece somente com alimentos, precisamos dos eletrônicos mais modernos, do carro do ano, da roupa de marca, do tênis da moda. É o culto ao ter, e não ao ser. Isso me faz pensar, também, que a leitura dos rótulos dos alimentos e seu entendimento é condição obrigatória para quem se procupa com qualidade e quantidade de Vida.










Mas não basta ler, é preciso entender. Ah, é preciso também de óculos ou lupa, pois o que realmente é importante, muitas vezes está em letras bem pequenas e num lugar bem escondidinho. Os produtos que utilizam matéria-prima transgênica, por exemplo, deveriam ter o selo de identificação bem visível, certo? Não é o que acontece com um certo amido de milho utilizado para fazer mingauzinho de bebê, que tem o selo bem pequeno e discreto, no cantinho inferior da frente da embalagem.
A Mídia aponta diariamente para os problemas de saúde causados pela alimentação errada. Ensina a ler nos rótulos, a verificar a quantidade de gordura, de sódio, de colesterol. Mas e do que é feito esse alimento? Quais são os ingredientes que o compõe?Ao fazermos um bolo em casa, precisamos antes separar os ingredientes que a receita pede. A farinha, o açúcar, os ovos, o fermento, a manteiga. O alimento industrializado, além desses ingredientes básicos, tem em sua composição uma série de aditivos químicos que acrescentam sabor, cor, aroma e prolongam a vida na prateleira do supermercado. Bom para o fabricante, bom para o ponto de venda. Mas, será bom para o consumidor?
O alimento perdeu sua energia, não tem mais muitas de suas propriedades naturais, tornou-se meio que “plastificado”. Pode, entre outras coisas, causar reações alérgicas. Claro que, muitas vezes, não conseguimos escapar dos industrializados. A saída é a leitura consciente dos rótulos, comparação entre marcas e escolha por aquelas que apresentam menor número de aditivos químicos. Lembrete: nem sempre as marcas “Mãe” – aquelas que a gente aprende a admirar desde criança –, são as melhores. Vide a fabricante do amido de milho a que me referi anteriormente.










Outra informação importante, se levarmos em conta a vitalidade do alimento, é a Data de Validade. Sua real leitura deveria ser: “há quanto tempo este alimento está morrendo?”. Consumam alimentos frescos, orgânicos, e se não for possível, optem pelo alimento com maior prazo de validade, os mais próximos da data de preparação. Fujam dos grandes descontos de produtos com prazo de validade perto do vencimento. Você não está fazendo um grande negócio para sua saúde, tenha certeza.
Usamos como pretextos para utilizar os industrializados a praticidade e a falta de tempo, mesmo sabendo que os alimentos frescos é que trazem a vitalidade necessária para que a máquina chamada corpo humano funcione perfeitamente. Vale a pena separar um tempinho para cuidar da nossa alimentação.
Frutas são ótimos lanches, iogurtes caseiros idem, assim como biscoitos e bolos feitos em casa com carinho e ingredientes de qualidade. Temos um post falando sobre Hora do Lanche, com alternativas bem legais. Veja também o post Troca com Troco, que ensina a fazer o iogurte em casa.
Vou ensinar uma salada simples, que, além de linda, tem tudo o que é necessário para uma refeição completa, saudável e que mantém a forma.

Salada Saudável e Saborosa

Ingredientes:
  • Alface lisa orgânica
  • Alface roxa orgânica
  • Alface mimosa orgânica
  • Tomate orgânico cortado em pétalas
  • Azeitonas pretas
  • Queijo branco ou curado em cubinhos
  • Maçã, manga, melão, carambola ou kiwi cortados em cubinhos
  • Cebola raladinha (para quem gostar)

Modo de preparar:

Lave bem as folhas e deixe 15 minutos de molho numa solução de água e vinagre de maçã. Escorra e seque bem.
Arrume numa travessa as folhas de alface lisa e roxa de modo que fiquem intercaladas, uma lisa, uma roxa em camadas. Coloque as folhas de alface mimosa entre as camadas, para ficar bem bonito e dar leveza. Os demais ingredientes serão colocados nos espaços entre as folhas.
Na hora de servir, tempere com azeite extra virgem, vinagre de maçã ou limão, sal marinho e sementes de mostarda. Coloque por cima croutons temperados na manteiga e orégano ou castanhas picadinhas para dar uma crocância. Fica uma delícia.
Variações:
  • Pode ser feita com qualquer tipo de folha: alfaces lisas, americanas, crespas verdes e roxas, frisantes, romanas. Almeirão, agrião, escarola, mostarda, endívias, radicchio, rúcula (mini, rendada, comum), folhas novas de espinafre, erva-doce, catalonia.
  • Acrescente tomates, tomates-cereja, pepinos, rabanetes, cenouras, beterraba, pimentões.
  • Se desejar, junte legumes cozidos, refogados, grelhados ou assados (berinjelas, pimentões, abobrinhas, abóboras, brócolis ou couve-flor).
  • Varie também no corte dos legumes (cubinhos, rodelinhas, palitinhos).
  • As frutas também são bem-vindas e dão um toque especial nas saladas. Manga, maçã, mexerica, melão, pêra, uvas, kiwi, carambola.
  • Os queijos são bons acompanhantes para as saladas: queijo branco, meia cura, mussarela, parmesão, roquefort ou gorgonzola.
  • Temperos: acrescente mostarda ou iogurte para dar novo sabor à salada.
O melhor desta salada é que ela pode perfeitamente ser levada para o almoço no escritório. É só levar o tempero separado e colocar na hora. A “versão sanduíche” também é bem interessante: pense em tudo isso entre duas fatias de pão caseiro integral. Se tiver uma berinjela temperadinha fica demais!
Ainda com relação à notícia, acho que cabe a nós sermos modelos ao fazermos escolhas mais cuidadosas dos nossos alimentos, ajustadas às nossas convicções de Vida para o Ser Humano e para o Planeta. Só assim, poderemos dizer de fato que estamos consumindo conscientemente –produtos de qualidade, sustentáveis e éticos.

A indústria continua nos envenenando



por Sergio Vaisman 


A toxicidade potencial de alimentos industrializados que utilizam corantes artificiais é complexa e controversa. Estes aditivos, cada vez mais comuns, são usados principalmente para fazer com que os alimentos ricos em calorias e pobres em nutrientes se mostrem com melhor aparência, parecendo saudáveis. Muitos deles, segundo especialistas, são tóxicos ou cancerígenos. Geralmente aparecem nos invólucros dos produtos como uma cor ou um simples código numérico. 


Alguns dos aditivos alimentares que colorem produtos industrializados podem até não ser tão nocivos, mas existe atualmente uma pressão maior sobre os fabricantes para utilizarem substâncias corantes provenientes de plantas, ao invés de elementos quimicos sintéticos, potencialmente lesivos. 


O caramelo, o grande precursor dos corantes alimentares, é o mais comum dentre todos. É o que faz com que as bebidas do tipo "cola" adquiram suas cores conhecidas. Existe em quase todos os líquidos bebíveis de cor amarronzada, tais como whisky, alguns sucos, vários molhos à base de soja e muitos vinagres balsâmicos. Também é utilizado em muitos tipos de junk-food, desde cookies até batatas chips. Esse corante provém da caramelização (queima) do açúcar. 


Qualquer alimento queimado ou submetido à carbonização (pelo carvão) pode produzir câncer devido à liberação de uma substância denominada acrilamida. O que mais surpreende é que o FDA considera a acrilamida tóxica apenas em grandes doses e sustenta que as pequenas quantidades são insignificantes. 


Muitas vezes o caramelo é processado com amônia e isto é indicado no invólucro por alguns códigos. Nos Estados Unidos, apenas o Estado da Califórnia listou todos os produtos corados à base de caramelo como carcinogênicos (passíveis de produzirem câncer). 


Outro corante muito usado é à base de carmin, retirado de secreções de besouros. Muitas pessoas são extremamente alérgicas ao carmin e podem apresentar até reações anafiláticas que podem levar a estados de coma e à morte. O carmin é um corante muito utilizado em iogurtes e sorvetes. 

Alguns corantes extraídos de plantas naturais começam a surgir no mercado dos alimentos industrializados. Entretanto, infelizmente o FDA, o mais importante orgão mundial na vigilância de quaisquer produtos medicamentosos ou alimentares nos Estados Unidos, mantém a autorização para vários tipos de corantes sintéticos que são, sabidamente, causadores de problemas sérios à saude. 

É importante salientar que alguns pesquisadores renomados do Estado da California estão fazendo uma pressão forte para que muitos dos corantes não naturais sejam banidos do mercado, demonstrando casos clínicos de crianças que apresentaram graves manifestações clínicas. Muitos dos corantes já foram banidos em vários paises da Europa mas, como em outros exemplos bem conhecidos, existe uma força quase indestrutível do poder econômico que não quer saber o que é bom para a saúde, mas, sim, para seus bolsos. Com isso, o FDA continua rejeitando muitas das queixas referentes aos corantes alimentares no que diz respeito à saude das pessoas, mesmo com os clamores de importantes cientistas. 

Por aqui tambem seguimos o que nos é imposto pelos interessados em lucros apenas e, com isso, continuamos vendo um contingente da população, crianças e adultos, cada vez mais pesados e doentes. 

* Sergio Vaisman é médico especialista em Cardiologia e Nutrologia, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atua em São Paulo na área de medicina preventiva, é professor de pós-graduação em Bioquímica Aplicada à Medicina, pela Universidade Fernando Pessoa, em Portugal, e professor visitante da Universidade de Estudos de Siena, na Itália. Possui inúmeros trabalhos científicos e livros publicados. Também ministra palestras nas áreas de medicina preventiva e medicina ambiental. É comentarista e consultor de saúde na TV Climatempo, produtor e apresentador do programa Saúde no Mundo Tóxico e edita o site www.sergiovaisman.med.br



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To: VerdadeOculta@yahoogrupos.com.br

From: edallarte@yahoo.com.br
Date: Thu, 8 Sep 2011 03:02:05 -0700
Subject: [triangulodourado] Codex Alimentarius — Controle Populacional Sob o Disfarce de Proteção ao Consumidor


Codex Alimentarius — Controle Populacional Sob o Disfarce de Proteção ao Consumidor



Oque significa Código Alimentar) é uma organização muito malcompreendida sobre a qual a maioria das pessoas (incluindo quase todos os congressistas) nunca ouviu falar, e muito menos compreende a verdadeira realidade dessa organização de comércio extremamente poderosa. A partir de seu próprio sítio na Internet, em http://www.codexalimentarius.net, o propósito altruísta da comissão é “proteger a saúde dos consumidores, garantir práticas justas no comércio de alimentos e promover a coordenação de todas as normas alimentares seguidas pelas organizações governamentais e não-governamentais internacionais.” O Codex é um empreendimento controlado de forma conjunta por duas agências da ONU: a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura) e a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Um Breve Histórico do Codex

A história do Codex teve início em 1893, quando o império austro-húngaro decidiu que precisava de um conjunto específico de diretrizes para que os tribunais julgassem os casos relacionados com alimentos. [1]. Esse conjunto regulatório de determinações tornou-se conhecido como Codex Alimentarius e foi implementado eficazmente até a queda do império em 1918. Em uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) de 1962, decidiu-se que o Codex deveria ser reimplementado em todo o mundo de modo a proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do financiamento para o Codex vêm da FAO, e um terço da OMS.

Em 2002, a FAO e a OMS tiveram sérias preocupações a respeito da direção do Codex e contrataram uma consultoria externa para determinar seu desempenho desde 1962 e para designar que direção a organização de comércio deveria seguir. [2] A firma de consultoria concluiu que o Codex deveria ser imediatamente descartado e eliminado. Foi neste momento que as grandes indústrias perceberam o pleno potencial monetário dessa organização e exerceram sua influência poderosa. O resultado atualizado foi um relatório com linguagem amenizada que propunha que o Codex tratasse de 20 preocupações diversas dentro da organização.

Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius cedeu secretamente seu papel como uma organização pública internacional para a proteção da saúde e do consumidor. Sob a direção das grandes indústrias, o único propósito sub-reptício do novo código é aumentar os lucros para os rolos compressores empresariais globais e, ao mesmo tempo, controlar o mundo por meio dos alimentos. A compreensão implícita da nova filosofia é que se você controla os alimentos, então consegue controlar o mundo.
O Codex Agora

Os EUA são o país mais dominante que está por trás da agenda do Codex e seu único propósito é beneficiar os interesses multinacionais, como as grandes companhias farmacêuticas, o grande agronegócio, as grandes indústrias químicas, etc. No último encontro em Genebra, Suíça, os EUA assumiram a presidência do Codex, o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade para a saúde e dará continuidade à promulgação de desinformações e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (transgênicos) e nutrientes, ao mesmo tempo que cumpre a agenda tácita do controle populacional. A razão por que os EUA continuam a dominar o Codex é porque outros países acreditam, equivocadamente, que esse país possua as tecnologias mais modernas e de maior segurança no que se refere aos alimentos, de modo que tudo o que os EUA pedem, seus aliados (União Europeia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malásia, Indonesia, Japão e Cingapura) quase sempre seguirão.

Muitos dos países que desejam participar e expressar suas opiniões não recebem a permissão para comparecer às reuniões do Codex, pois os EUA negam a maior parte dos vistos para esses representantes sempre que acharem apropriado. Muitos desses países (África do Sul, Suazilândia, Quênia, Gana, Egito, Camarões, Sudão e Nigéria) percebem que o Codex foi alterado e deixou de ser uma organização benevolente e voltada para a produção de alimentos, para se transformar em uma organização fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de as reuniões do Codex serem realizadas em todo o mundo também não é acidente e permite que os EUA mantenham seu controle rígido sobre a agenda do Codex, pois os países menos economicamente viáveis não conseguem comparecer.
A Verdadeira Ameaça

Enquanto a agenda esotérica da mídia está ocupada levando o medo aos corações das pessoas em todo o mundo, enfocando o terrorismo, o aquecimento global, a salmonelose e a escassez de alimentos, as ameaças reais estão clandestinamente se tornando realidade. Em breve, tudo aquilo que você põe na boca (com a exceção dos remédios, é claro), será regulamentado pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. As normas do Codex são uma total afronta às liberdades para comer alimentos puros e saudáveis, e não têm validade jurídica internacional. Por que devemos nos preocupar? Essas normas, que logo se tornarão obrigatórias, se aplicarão a todos os países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC). Os países que não seguirem as normas poderão sofrer pesadas sanções comerciais. Algumas normas do Codex que entrarão em vigor a partir de 31 de dezembro de 2009 e que, depois de iniciadas, se tornarão completamente irrevogáveis, incluem as seguintes [2]: 
Todos os nutrientes (vitaminas e minerais) serão considerados toxinas/venenos e deverão ser removidos de todos os alimentos, pois o Codex proíbe o uso de nutrientes para “prevenir, tratar ou curar qualquer condição ou doença”. 
Todos os alimentos (inclusive os orgânicos) deverão ser irradiados, removendo todos os nutrientes tóxicos dos alimentos (a não ser que consumidos localmente e crus). 
Os nutrientes permitidos estarão limitados a uma Lista Positiva, criada pelo Codex, que inclui nutrientes “benéficos”, como o flúor (3.8 mg diárias) que é obtido a partir do refugo ambiental. Todos os outros nutrientes estarão proibidos em todos os países que aderirem ao Codex. [2]. 
Todos os nutrientes (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, zinco e magnésio) que têm algum impacto positivo na saúde serão considerados ilegais pelo Codex e deverão ser reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana. [3]. 
Você não conseguirá obter esses nutrientes em parte alguma do mundo, nem mesmo com uma receita médica. 
Todas as orientações sobre nutrição (incluindo aquelas escritas e enviadas pela Internet, matérias de jornais ou conselhos orais dados a uma pessoa amiga, membro da família, ou qualquer pessoa) serão ilegais. Isto inclui as reportagens do NaturalNews sobre vitaminas e minerais, e todas as consultas com os nutricionistas. 
Todas as vacas produtoras de leite serão tratadas com o hormônio recombinante do crescimento bovino, fabricado pela Monsanto. 
Todos os animais usados para a produção de alimentos serão tratados com antibióticos potentes e hormônios do crescimento exógeno. 
Haverá a reintrodução dos pesticidas organo-persistentes, que são cancerígenos e mortais, e que foram banidos em 1991 por 176 países em todo o mundo (inclusive pelos EUA), incluindo 7 dos 12 considerados como os piores pela Convenção de Estocolmo Sobre Pesticidas Organo-Persistentes (por exemplo, o hexaclorobenzeno, o toxafeno e o aldrin). Esses pesticidas serão permitidos novamente nas plantações e em níveis elevados. [4]. 
Serão permitidos níveis tóxicos e perigosos (0.5 ppb) de aflotoxina no leite produzido devido à presença de mofo no alimento dos animais. A aflotoxina é o segundo composto cancerígeno mais potente conhecido (excetuando a radiação). 
Uso compulsório dos hormônios de crescimento e dos antibióticos em todos os rebanhos e também na criação de peixes. 
Implementação em escala mundial dos alimentos geneticamente modificados (transgênicos) e sem a necessidade de especificar essa origem no rótulo dos produtos, nas plantações, animais, peixes e nas árvores. 
Níveis elevados de resíduo dos pesticidas e inseticidas que são tóxicos ao homem e aos animais. 

Alguns exemplos dos níveis de segurança potenciais permitidos pelo Codex incluem [2]: 
Niacina — limite máximo de 34 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 2000 a 3000 mcgs). 
Vitamina C — limite máximo de 65 a 225 mcg diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 mcgs). 
Vitamina D — limite máximo de 5 microgramas diárias (a dose diária eficaz é de 6000 a 10000 microgramas). 
Vitamina E — limite máximo de 15 IU de alfa tocoferol somente por dia, embora o alfa tocoferol sozinho já tenha sido implicado em danos às células e seja tóxico para o organismo (dosagem diária de tocoferóis mistos incluem de 10000 a 12000 IU). 
A Porta Está Aberta Para o Codex

Em 1995, a FDA (Food and Drug Administration), dos EUA, criou uma política ilegal determinando que as normas internacionais (isto é, o Codex) suplantassem as leis americanas sobre os alimentos, mesmo se essas normas estivessem incompletas. [5] Além disso, em 2004, o governo fez aprovar o Acordo de Livre Comércio com a América Central (chamado de CAFTA), que é ilegal sob as leis americanas, porém é juridicamente legal sob as leis internacionais, e requer que os EUA se conformem ao Codex em dezembro de 2009. [6].

Depois que essas normas forem adotadas, não haverá meios possíveis de retornar às normas do passado. Uma vez que a aderência ao Codex inicie em qualquer área, enquanto o país permanecer membro da Organização Mundial do Comércio, o Codex será totalmente irrevogável. Essas normas se tornam então impossíveis de serem rejeitadas, modificadas ou alteradas de qualquer forma. [1, 2 e 7].

Controle populacional em troca de dinheiro é o modo mais fácil de descrever o novo Codex, que é administrado pelos EUA e controlado pelas grandes indústrias químicas e farmacêuticas de modo a reduzir a população para um nível sustentável de 500 milhões — uma redução de aproximadamente 93% do nível atual. A FAO e a OMS têm a audácia de estimar que apenas com a introdução da nova diretriz sobre vitaminas e minerais, haverá pelo menos 3 bilhões de mortes (1 bilhão de fome e mais 2 bilhões de doenças degenerativas e evitáveis por causa da má nutrição, como por exemplo, o câncer, doenças cardiovasculares e diabetes).

Alimentos empobrecidos, desmineralizados, carregados de pesticidas e irradiados são o modo mais rápido e eficiente de provocar um surto lucrativo de desnutrição e das doenças degenerativas e evitáveis, para as quais o curso de ação mais apropriado será sempre os produtos farmacêuticos. Lucrar com a morte é o novo nome do jogo. As grandes companhias farmacêuticas estavam aguardando esta oportunidade há anos.
Luta e Reação

A Dra. Rima Laibow, que é a diretora médica da Natural Solutions Foundation, entrou com uma ação na justiça contra o governo dos EUA e continua a participar de todos os encontros do Codex, ao mesmo tempo em que luta pela liberdade na área da saúde. No último encontro do Codex, em Genebra, algumas vozes contrárias se levantaram, dizendo que estavam cansadas de verem os EUA pressionarem todos os outros países com sua agenda de controle populacional. Os representantes do Brasil e da China declararam que, quando países pequenos e não-representados não conseguirem participar dos encontros do Codex (porque seus representantes tiveram o visto recusado pelos consulados dos EUA, ou por falta de recursos financeiros), então toda decisão tomada em sua ausência é inválida. Como resultado, em breve o Codex poderá rachar sob o peso de sua própria corrupção, porém a pressão precisa ser aplicada unilateralmente).

A Dra. Rima também tem se reunido com delegados de outros países e está conseguindo conscientizá-los a respeito de algo chamado Normas Particulares. Essas normas permitem que os países criem padrões mais seguros e mais elevados do que as normas prescritas pelo Codex. Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as diretrizes irrevogáveis e incorretas que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009. [7].

O Que Você Pode Fazer?

O único modo de evitar esses eventos cataclísmicos é lutar pela disseminação do conhecimento para todas as pessoas em seu círculo de relacionamentos. Não importa se elas ainda estão adormecidas ou hipnotizadas pela escravização da vida diária, ou se estão ocupadas demais para prestarem atenção — o tempo para acordar é agora. O governo dos EUA e a mídia amestrada estão tentando manter as pessoas distraídas enquanto todas essas normas terríveis e compulsórias estão sendo aprovadas dissimuladamente. É hora de tomar uma atitude e você pode fazer isso acompanhando as últimas informações sobre o Codex.

Outro modo eficaz de fazer sua voz ser ouvida é escrever para seu representante no Congresso. Se você enviar uma mensagem de correio eletrônico, ela será contada como 13.000. O Congresso acredita que para cada pessoa que separa tempo para escrever para um deputado ou senador, existem 13.000 outras pessoas que compartilham uma opinião similar, mas que não tiveram tempo para expressá-la. É muito importante que uma ação ágil e veemente seja tomada agora. Os tempos estão mudando rapidamente e, a não ser que nos unamos nesta questão, teremos de começar a pensar em cultivar nosso próprio alimento em um futuro próximo, para evitarmos o extermínio.
Referências:

1. Bauman, D. E., Nutricide: Criminalizing Natural Health, Vitamin, and Herbs, 2005, The Natural Solutions Foundation.

2. Laibow, R. E., “Neutraceuticide” and Codex Alimentarius: The Death of Nutritional Medicine, Alternative & Complementary Therapies, 2005. 11(5): pág. 223-229.

3. Codex Guidelines for Vitamin and Mineral Food Supplements. [citado em 10 de julho de 2008]. Disponível em http://www.chfa.ca/media/pdf_files/.

4. Convenção de Estocolmo Sobre Poluentes Organo-Persistentes [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://chm.pops.int/

5. Diário Oficial, 11 de outubro de 1995 (Volume 60, Number 196). [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.fda.gov/oia/IH_policy.html

6. Central America Dominican Republic Free Trade Agreement. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.wola.org/index.php?&opti.

7. Laibow, R. E. Natural Solutions Foundation Codex Commission Report. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org/.

8. Laibow, R. E., Dispatch #9 — Post-Codex Video #5 from Dr. Laibow: Propelling us into the future. [citação extraída em 10/7/2008]. Disponível em http://www.healthfreedomusa.org.


Autor: Dr. Gregory Damato


Data da publicação: 26/7/2010

Transferido para a área pública em 9/7/2011


A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/codex.asp

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Nutricionista lista os 10 piores alimentos para saúde!!!



4 Votes

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cooklistou os dez piores alimentos de todos os tempos.





10º lugar: Sorvete

sorvete.jpgApesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar: Salgadinho de milho

salgadinho-milho.jpgDe acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.


8º lugar: Pizza

pizza.jpgMichelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.


7º lugar: Batata frita

batata-frita.jpgBatatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

6 lugar: Salgadinhos de batata

salgadinho-batata.jpgAlém de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.

5º lugar: Bacon

bacon.jpgSegundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

cachorro-quente.jpgMichelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebes. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

3º lugar: Donuts (Rosquinhas)

doughnut.jpgEntre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.

2º lugar: Refrigerante

refri.jpgMichelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.

Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet

refri-diet.jpg“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.
Enviado pelo servidor Benedito Carlos de Paulo de Compras

O PIOR DE TUDO É QUE TODOS ESSES ALIMENTOS SÃO INCENTIVADOS E APROVADOS PELO CODEX ALIMENTARIUS.
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CODEX Alimentarius: os últimos dias de liberdade na saúde?




A partir de 01 de Janeiro de 2010 entra em vigor o polêmico Codex Alimentarius. Mas você não sabe exatamente o que é isso, pois não?... Pois é exatamente o que eles querem!


O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial da Saúde - OMS. Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos - sejam estes processados, semiprocessados ou crus - criado em 1962, e suas normas têm como finalidade "proteger a saúde da população", assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos. Sua influência se estende a todos os continentes e seu impacto na saúde dos consumidores e nas práticas do comércio de alimentos em todo o planeta será incalculável.


As normas Codex abrangem ainda aspectos de higiene e propriedades nutricionais dos alimentos, código de prática e normas de aditivos alimentares, pesticidas e resíduos de medicamentos veterinários, substâncias contaminantes, rotulagem, classificação, métodos de amostragem e análise de riscos.


Olhado assim, na versão oficial (exceto as aspas), parece uma coisa boa, certo? Bem, não exatamente... e, na verdade o Codex é olhado com total "desconfiança" (para usar uma palavra elegante) por todos os que denunciam que essa regulação tão "abrangente" virá a ser uma fonte poderosa de controle sobre as grandes populações e de apreciável lucro para as grandes corporações, especialmente as dos ramos químico e farmacêutico.


Quem controla a comida, controla o mundo!

Apresentacao da Dra. Rima Laibow, na Associação Nacional de Profissionais de Nutrição (NANP) em 2005:





Traduzido em miúdos, o Codex vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populational do planeta e na concentração de riquezas...


Os opositores do Codex fizeram uma síntese do que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão MANDATÓRIAS para todos os países membros, cerca de 170 - o que inclui o Brasil:


- Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas - no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada "alta", e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.


- Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados comodrogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.


- Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.


- Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.

- Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele "gado orgânico", criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?... nunca mais!

- Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes... nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez - tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.

- Os produtos "orgânicos" estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades - rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.

- Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras,estarão envenenando nossa comida.

Em síntese: os objetivos do Codex incluem (1) globalização das normas, (2) abolição da agricultura/criação orgânica, (3) introdução de alimentos geneticamente modificados, (4) remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie, (5) restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.

O Codex, na verdade, já começou a "acontecer" por aqui - alguém já reparou que não se consegue comprar nada numa farmácia de manipulação sem ter uma receita médica? Nem uma inocente vitamina C... Em compensação pode-se comprar praticamente qualquer coisa SEM receita médica numa farmácia regular, que vende produtos industrializados, mesmo se forem antibióticos, anti-inflamatórios... - e até aquela mesma vitamina C que nos negaram há pouco na outra farmácia...

Indicar aquele chazinho para um amigo? Ou quem sabe informar ao vizinho que farelo de aveia ajuda a reduzir o colesterol? Sugerir que mamão solta e banana prende?... Nem pensar! Poderá ser considerado "prática ilegal da medicina"! Não se poderá dizer que produtos naturais curam doenças porque não são medicamentos e, na era pós-Codex, só medicamentos APROVADOS pelas novas regras poderão ser referidos para tratar doenças... e assim mesmo, só por um médico!

Exagero? Quem sabe? - já teve gente presa na França por vender 500mg de vitamina C... é que lá essa potência já é considerada "remédio", e não pode ser vendida sem receita médica.

Medicina alernativa, tibetana, ayurveda, homeopatia, essencias florais... só se a turma do Codex disser que pode. Se esse "programa" entrar em vigor (daqui a pouco mais de 1 ano) da forma como vem sendo "curtido" há mais de 45 anos, e alertado mundo afora, teremos perdido nossa liberdade de optar por uma medicina e nutrição naturais, poderemos vir a precisar de receita médica até para ir à feira...

Se isso acontecer, não vai ter graça nenhuma.
  • O governo brasileiro e o Codex Alimentarius

"O Codex Alimentarius é um fórum internacional estabelecido pela Organização das Nações Unidas, por meio da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) e da OMS (Organização Mundial de Saúde). Criado em 1963, o Codex estabelece normas sanitárias que facilitam o comércio de alimentos e protegem a saúde dos consumidores. Atualmente, é composto por mais de 170 Estados-membros, além de contar com mais de 150 observadores de organizações não-governamentais. As decisões do Codex são aprovadas, majoritariamente, por consenso, com base em critérios técnicos fornecidos por especialistas da FAO e da OMS.

O Brasil participa ativamente das reuniões do Codex Alimentarius, por defender a aplicação de princípios técnicos para o comércio internacional de alimentos. Critérios não pautados por normas e procedimentos estabelecidos pelo Codex podem converter-se em barreiras não tarifárias aplicadas ao comércio internacional de alimentos, sob o pretexto de proteger a segurança alimentar dos consumidores de países importadores. Nesse sentido, é necessário garantir a presença de técnicos brasileiros nos diversos Comitês do Codex, para que, juntamente com os representantes de outros Estados, elaborem normas internacionais de segurança alimentar legítimas." --- www.mre.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2063&Itemid=59



Fontes:


Controle Populacional sob disfarçe | 29Abr2009 11:50:00

Publicado por: Xavier Silva



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CONTROLE POPULACIONAL SOB O DISFARCE DE PROTECÇÃO DO CONSUMIDOR

Milhares de milhões de pessoas sofrerão de doenças degenerativas devidas a má nutrição e a acesso limitado a suplementos de saúde se as poderosas corporações globais por trás das novas normas do Codex forem autorizadas a “harmonizar” o mundo.
O Codeath, desculpem, a Comissão do Codex Alimentarius é uma organização muito mal compreendida. A maior parte das pessoas nunca ouviu falar dela, e aqueles que ouviram podem não ter compreendido a verdadeira realidade desta extremamente poderosa organização de comércio. De acordo com o site oficial do Codex (http://www.codexalimentarius.net), o altruístico propósito desta comissão é “proteger a saúde dos consumidores e assegurar justas práticas comerciais no comércio alimentar, e promover a coordenação de todo o trabalho de estandardização levado a cabo internacionalmente por organizações governamentais e não-governamentais”. O Codex Alimentarius (expressão em Latim para “Código Alimentar”) é regulado num empreendimento conjunto entre a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Breve História do Codex
A história do Codex começa em 1893 quando o império Austro-húngaro decidiu que era necessário um conjunto especifico de regras pelas quais os tribunais se regessem em casos que envolvessem alimentos. Este conjunto de ordens reguladoras ficou conhecido como Codex Alimentarius. Foi efectivamente implementado até à queda do império em 1918.
Numa reunião em 1962, as Nações Unidas (ONU) decidiram que o Codex devia ser reimplementado mundialmente de modo a "proteger" a saúde dos consumidores. Dois terços dos fundos para o Codex provêm da FAO, e o restante um terço provém da OMS.
Em 2002 a FAO e a OMS tinham sérias preocupações sobre o caminho que o Codex estava a seguir e contrataram um consultor externo para determinar o seu desempenho desde 1962, e designar qual a direcção a seguir pela organização de comércio. O consultor concluiu que o Codex devia ser abandonado imediatamente. Foi nesta altura que a grande indústria entrou e exerceu a sua poderosa influência. O resultado foi um relatório atenuado, pedindo que o Codex analisasse 20 preocupações referentes à organização.
Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius tem, de uma forma encoberta, desistido do seu papel como organização internacional de protecção ao consumidor e defesa da saúde pública. Sob o comando da grande indústria, o sub-reptício propósito do novo Codex é aumentar os lucros das gigantescas corporações globais e controlar o mundo através dos alimentos.
Desigualdades do Codex
O país dominante na Agenda do Codex são os Estados Unidos, cujo objectivo
prioritário é beneficiar os interesses das grandes multinacionais da indústria farmacêutica, agro-indústria, indústria química e outras. Na última reunião em Geneva, Suíça (30 de Junho a 4 de Julho de 2008), os Estados unidos assumiram a presidência do Codex e agora irão exacerbar a distorção da liberdade de saúde e continuar a promover desinformação e mentiras sobre nutrientes e organismos geneticamente modificados (OGM) enquanto executam a sua agenda de controle populacional. Uma das razões pela qual os EU continuam a dominar o Codex é por outros países falsamente acreditarem que possui a mais recente e melhor tecnologia de segurança alimentar; então, seja o que for que os EU exigirem, os seus aliados (Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, México, Singapura e a União Europeia) quase sempre procedem do mesmo modo.
O facto de as reuniões do Codex se realizarem por todo o mundo não é casual, e permite aos EU manterem um apertado controle na agenda do Codex visto que os países com menos viabilidade económica não têm possibilidade de comparecer. Os governos de muitos desses países (como os Camarões, Egipto, Gana, Quénia, Nigéria, África do Sul, Sudão e Suazilândia) perceberam que o Codex foi alterado, de uma benevolente organização alimentar para uma que é fraudulenta, letal e ilegítima.

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Ameaças à Liberdade da Saúde

Enquanto os grandes meios de comunicação andam ocupados com a sua esotérica agenda de incutir o medo nos corações da população mundial focando a sua atenção no terrorismo, aquecimento global, surtos de salmonela e escassez de alimentos, as verdadeiras ameaças estão sub-repticiamente tornando-se uma realidade. Em breve, tudo o que puser na sua boca, incluindo água (com excepção de produtos farmacêuticos, obviamente), será altamente regulamentado pela Comissão do Codex Alimentarius.
Os standards do Codex são uma completa afronta à liberdade das pessoas acederem a comida limpa, saudável e nutrientes benéficos, no entanto esses regulamentos não têm validade legal internacional. Porque nos devemos preocupar? Em breve estas normas mandatórias serão aplicados a todos os países membros da Organização Mundial de Comércio (OMC) (presentemente existem 153 membros). Se os países não seguirem estas normas, então sanções comerciais e económicas poderão ser-lhes impostas, com efeitos destrutivos, embora os países talvez possam evitar as normas do Codex através da implementação dos seus próprios standards internacionais.
Algumas agências governamentais como a Therapeutic Goods Administration (TGA) na Austrália, estão a informar o público que as orientações do Codex respeitantes a vitaminas e minerais não afectarão o seu país. Por exemplo, a TGA diz isto: “As orientações do Codex respeitantes a vitaminas e minerais não serão aplicadas na Austrália e não terão impacto na forma como esse tipo de produtos são regulamentados na Austrália.”
A questão fundamental é que ninguém sabe que tipo de leis serão aprovadas antes de ocorrer a harmonização do Codex e nenhum país está a salvo dessas orientações internacionais, independentemente do que as agências governamentais estão a dizer para preventivamente suprimir qualquer potencial revolta pública. Muitos activistas de saúde alternativa acreditam que isto pode ser um método para confundir e ofuscar a questão do Codex até ser demasiado tarde.
Algumas normas do Codex que estão propostas para terem efeito num futuro próximo, e que serão completamente irrevogáveis depois de iniciadas, incluem:
• Todos os nutrientes (e.g., vitaminas e minerais) serão considerados tóxicos/venenosos e serão retirados de todos os alimentos porque o Codex proíbe o uso de nutrientes para “prevenir, tratar ou curar qualquer condição ou doença”.
• Todos os alimentos (incluindo orgânicos) serão irradiados, removendo todos os nutrientes “tóxicos” dos alimentos (a menos que os consumidores consigam fornecer-se localmente). O antecessor da harmonização do Codex nesta área começou nos Estados Unidos em Agosto de 2008 com a decisão clandestina de ordenar a irradiação em massa de toda a alface e espinafre em nome da saúde pública e da segurança. Se a segurança do público era a principal preocupação da Food and Drug Administration dos EUA (FDA), então porque não foi o público alertado para esta nova prática?
• Os nutrientes permitidos serão limitados a uma Lista Positiva desenvolvida pelo Codex; incluirá nutrientes “benéficos” como fluoreto (3.8 mg diários), provenientes de desperdícios industriais.
• Todos os nutrientes (e.g., vitaminas A, B, C, D, zinco e magnésio) que tenham qualquer impacto positivo no corpo serão considerados ilegais em doses terapêuticas segundo o Codex e serão reduzidos para quantidades insignificantes para a saúde, com os limites máximos colocados em 15 por cento da corrente Recommended Dietary Allowance (RDA). Não poderá obter doses terapêuticas destes nutrientes em nenhum lugar do mundo, mesmo com uma receita. Potencialmente permissíveis “níveis seguros” de nutrientes no Codex ainda não são definitivos. Alguns prováveis exemplos baseados no sistema da União Europeia (EU) podem incluir:
– Niacina: limite superior de 34 μg (microgramas) diários (dose efectiva diária vai de 2,000 a 3,000 μg).
– Vitamina C: limite superior de 65 a 225 μg diários (dose efectiva diária de 6,000 a 10,000 μg).
– Vitamina D: limite superior de 5 μg diários (dose efectiva diária de 6,000 a 10,000 μg).
– Vitamina E: limite superior de 15 UI (unidades internationais) de alfa-tocoferol por dia, isto apesar de o alfa-tocoferol por si só estar implicado em dano de células e ser tóxico para o corpo (dose diária efectiva de mistura de tocoferóis desde 10,000 a 12,000 UI).
• Vai ser, provavelmente, ilegal dar aconselhamento em nutrição (incluindo artigos escritos publicados online e em jornais bem como oralmente a um amigo, familiar ou seja a quem for). Esta directiva aplicar-se-á a todos os escritos sobre vitaminas e minerais e a todos as consultas em nutricionistas. Este tipo de informação poderá ser considerado uma barreira escondida ao comércio e poderá resultar em sanções comerciais para o pais envolvido.
• Todas as vacas leiteiras no planeta serão tratadas com a hormona de crescimento bovino recombinante (rBGH) da Monsanto, geneticamente manipulada.
• Todos os animais usados para alimentação serão tratados com potentes antibióticos e hormonas de crescimento exógenas.
• Pesticidas orgânicos carcinogénicos e mortais, incluindo sete dos doze piores (e.g., hexaclorobenzeno, toxafeno e aldrin), que foram banidos por 176 países (incluindo os Estados Unidos) em 1991 em Estocolmo na Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, serão novamente permitidos nos alimentos em níveis elevados.
• O Codex irá permitir níveis perigosos e tóxicos de aflatoxina (0.5 ppb) no leite. A aflatoxina,
produzida na comida animal que ficou bolorenta durante o armazenamento, é o segundo mais potente (não relacionado com radiações) composto carcinogénico conhecido.
• O uso de hormonas de crescimento e antibióticos será obrigatório para todo o gado, aves e espécies de aquacultura destinados a consumo humano.
• A introdução mundial de OGMs não rotulados e mortais nas colheitas, animais, peixes e plantas será obrigatória.
• Elevados níveis de resíduos de pesticidas e insecticidas tóxicos para os humanos e animais serão permitidos.
Os Planos para o Controle Populacional
Em 1995, a FDA adoptou uma política ilegal que determinava que as normas internacionais (i.e.,Codex) iriam substituir as leis dos EUA sobre alimentos, mesmo se essas normas estivessem incompletas. Mais ainda, em 2004 os US aprovaram o Acordo de Comércio Livre da América Central (ilegal à luz da lei dos EUA, mas legal pela lei internacional) que obriga os EUA a conformarem-se ao Codex.
Uma vez adoptadas essas normas, não há forma de voltar às anteriores, mas os países podem adoptar umas que considerem superiores às do Codex. Um exemplo disso seria a Directiva Europeia Sobre Suplementos. Uma vez que o Codex comece a ser aplicado em qualquer área, enquanto qualquer país permanecer como membro da OMC, o Codex é totalmente irrevogável: os standards não podem ser rejeitados, mudados ou alterados de nenhuma forma ou feitio.
O Controle Populacional por razões monetárias é a forma mais simples de descrever o novo Codex Alimentarius, que efectivamente está a ser controlado pelos EUA e primariamente controlado pela Indústria Farmacêutica com o objectivo de reduzir a população mundial dos actualmente estimados 6.692 milhões para uns sustentáveis 500 milhões – uma redução de aproximadamente 93%. Curiosamente, antes da chegada dos europeus à América, a população nativa americana era de cerca de 60 milhões; hoje é de cerca de 500.000, ou seja, uma redução de aproximadamente 92 por cento como resultado das politicas governamentais de genocídio, fome e envenenamento.
O Codex é similar a outras medidas de controle populacional tomadas clandestinamente por governos do mundo ocidental; por exemplo, a introdução de agentes imunosupressores latentes em vacinas e lesivos do DNA (e.g. aplicação militar da gripe aviária e SIDA), aspartame, rastos químicos, quimioterapia para tratamento do cancro e RU486 (a pílula abortiva financiada pela dinastia Rockefeller).
A FAO e a OMS calcularam que como resultado apenas da introdução das orientações quanto a vitaminas e minerais, dentro de 10 anos haverá um mínimo de 3 mil milhões de mortes. Mil milhões dessas mortes serão devidas à fome, e dois mil milhões serão o resultado de doenças degenerativas e evitáveis devidas à subnutrição, e.g., cancro, doenças cardiovasculares e diabetes.
A imposição de alimentos degradados, desmineralizados, cheios de pesticidas e irradiados aos consumidores é a forma mais eficiente e rápida de provocar um rentável surto de malnutrição e doenças degenerativas e evitáveis, para o qual o curso de acção mais apropriado é um tratamento tóxico farmacêutico. Tirar lucro da morte é o novo nome do jogo.
A Indústria Farmacêutica há anos que espera pela harmonização do Codex. Uma população mundial desconhecedora do que se passa e em degeneração física a passo acelerado, proporcionando um pico nas receitas, é o objectivo último dos furtivos e irracionais controladores desta corrupta organização de comércio, supostamente cuidando da saúde dos consumidores. […]

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A Batalha da rotulagem dos GM (produtos geneticamente modificados)

O ultimo encontro do Codex em Geneva acabou com alguns resultados interessantes. Um longo germinar de acrimónia começou a vir à superfície à medida que os EUA continuaram a forçar o avanço das tendenciosas agendas da Indústria Farmacêutica, Indústria Química, Agro-indústria e outras, ignorando o contributo de muitos outros países. Tipicamente, se os EUA não querem o contributo de um país, o país hospedeiro do encontro simplesmente recusa o visto aos delegados oficiais. Vários países opõem-se a esta prática e declararam que por esta e outras razões, as decisões tomadas pelo Codex na sua ausência não têm legitimidade internacional.
Um grande ponto de contenção é a inamovível recusa dos EUA e da Comissão do Codex Alimentarius em permitir a rotulagem de OGMs. O Japão, Noruega, Rússia, Suíça, virtualmente todos os países Africanos e 26 países da União Europeia têm combatido os EUA durante quase 18 anos para introduzirem a rotulagem obrigatória dos OGMs. Os EUA, falaciosamente, consideram os OGM’s como equivalentes aos não-OGM’s, baseados, unicamente, numa ordem executiva de 1992 do então Presidente George H. W. Bush. Em consequência, nenhum teste de segurança é feito nos OGM’s antes da sua introdução na cadeia alimentar nos EUA. A FDA recusa-se a rever informação de segurança, excepto para conduzir uma simples revisão preliminar no inicio do desenvolvimento do organismo.
Os oponentes da politica dos EUA de proibir a identificação de alimentos geneticamente modificados concluíram que os EUA não querem a identificação dos OGM’s devido às potenciais ramificações legais e responsabilidades dos fabricantes e do governo dos EUA se esses alimentos puderem ser rastreados até à sua origem. Se milhões de pessoas forem prejudicadas ou morrerem devido à instabilidade dos vírus promotores de DNA e marcadores de bactérias introduzidos ao interagirem com a estrutura dinâmica e fluida do corpo humano, isso podia resultar em milhões de processos legais. Mas se esses OGMs não forem rastreáveis, então a responsabilidade das corporações ou do governo não pode ser provada e a saúde de toda a população sofre. Alguns cientistas da FDA repetidamente avisaram dos perigos de introduzir OGM’s nos stocks de alimentos em geral, mas foram ignorados ou as suas opiniões repetidamente rejeitadas.
Antes do encontro em Genebra, a Comissão Para a Rotulagem Alimentar do Codex reuniu-se em Otava, Canadá (28 Abril a 2 Maio de 2008). A reunião acabou com vários países (que favoreciam a rotulagem obrigatória) furiosos por a comissão não ter, objectivamente, analisado a pesquisa empírica, preparada pela delegação da África do Sul, detalhando os perigos dos GMO’s. Este documento delineava a necessidade da obrigatoriedade de rotulagem dos OGMs, mas foi ignorada e subsequentemente retirada devido à pressão dos EUA.

by Gregory Damato, PhD © September 2008
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Consumo diário de carne vermelha aumenta risco de morte, diz estudo da Universidade de Harvard

Publicado em março 14, 2012 por HC
Comer uma porção diária de carne vermelha processada pode aumentar o risco de morte prematura em até 20%, segundo estudo [Red Meat Consumption and Mortality] realizado com mais de 120 mil nos Estados Unidos e divulgado nesta segunda-feira. Matéria da AFP.
O estudo, feito por especialistas da Universidade de Harvard (Massachussetts, nordeste), dá evidências de que comer carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas e câncer. No entanto, também sugere que substitui-la por peixe e carne de frango pode reduzir o risco de morte prematura.
"Este estudo oferece evidência clara de que o consumo regular de carne vermelha, especialmente carne processada, contribui substancialmente para uma morte prematura", disse Frank Hu, autor principal do estudo, publicado na revista Arquivos de Medicina Interna.
Os cientistas trabalharam com base em dados de um estudo feito com 37.698 homens, acompanhados por 22 anos e de 83.644 mulheres, estudadas por 28 anos.
Os participantes foram consultados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro anos.
Aqueles que comiam uma porção diária, da espessura de um baralho de cartas, de carne vermelha sem processar, demonstraram um risco 13% maior de morrer do que aqueles que não comiam carne vermelha com tanta frequência.
Se a carne vermelha é processada, como salsichas ou toucinho, o risco aumentava para 20%.
No entanto, substituir a carne vermelha por nozes provou reduzir o risco de mortalidade total em 19%, enquanto o consumo de grãos inteiros ou de carne de ave diminuiu o risco em 14% e o peixe, em 7%.
Os autores afirmaram que de 7% a 9% de todas as mortes no estudo "poderiam ser evitadas se todos os participantes consumissem menos de 0,5 porção diária de carne vermelha total".
A carne vermelha processada demonstrou conter ingredientes como gorduras saturadas, sódio, nitritos e outras substâncias, vinculadas a muitas doenças crônicas, inclusive doenças cardíacas e câncer.
"Mais de 75% dos 2,6 trilhões de dólares em custos anuais de cuidados com a saúde dos Estados Unidos são de doenças crônicas", afirmou Dean Ornish, médico e especialista em dietas da Universidade da Califórnia em San Francisco, em comentário que acompanhou a pesquisa.
"É provável que comer menos carne vermelha reduza a morbidade com estas doenças, reduzindo assim os custos com atenção médica", emendou.
Abstract
Red Meat Consumption and Mortality
Results From 2 Prospective Cohort Studies

An Pan, PhD; Qi Sun, MD, ScD; Adam M. Bernstein, MD, ScD; Matthias B. Schulze, DrPH; JoAnn E. Manson, MD, DrPH; Meir J. Stampfer, MD, DrPH; Walter C. Willett, MD, DrPH; Frank B. Hu, MD, PhD
Arch Intern Med. Published online March 12, 2012. doi:10.1001/archinternmed.2011.2287
Background
Red meat consumption has been associated with an increased risk of chronic diseases. However, its relationship with mortality remains uncertain.

Methods
We prospectively observed 37 698 men from the Health Professionals Follow-up Study (1986-2008) and 83 644 women from the Nurses' Health Study (1980-2008) who were free of cardiovascular disease (CVD) and cancer at baseline. Diet was assessed by validated food frequency questionnaires and updated every 4 years.

Results
We documented 23 926 deaths (including 5910 CVD and 9464 cancer deaths) during 2.96 million person-years of follow-up. After multivariate adjustment for major lifestyle and dietary risk factors, the pooled hazard ratio (HR) (95% CI) of total mortality for a 1-serving-per-day increase was 1.13 (1.07-1.20) for unprocessed red meat and 1.20 (1.15-1.24) for processed red meat. The corresponding HRs (95% CIs) were 1.18 (1.13-1.23) and 1.21 (1.13-1.31) for CVD mortality and 1.10 (1.06-1.14) and 1.16 (1.09-1.23) for cancer mortality. We estimated that substitutions of 1 serving per day of other foods (including fish, poultry, nuts, legumes, low-fat dairy, and whole grains) for 1 serving per day of red meat were associated with a 7% to 19% lower mortality risk. We also estimated that 9.3% of deaths in men and 7.6% in women in these cohorts could be prevented at the end of follow-up if all the individuals consumed fewer than 0.5 servings per day (approximately 42 g/d) of red meat.

Conclusions
Red meat consumption is associated with an increased risk of total, CVD, and cancer mortality. Substitution of other healthy protein sources for red meat is associated with a lower mortality risk.

Author Affiliations: Departments of Nutrition (Drs Pan, Sun, Bernstein, Stampfer, Willett, and Hu) and Epidemiology (Drs Manson, Stampfer, Willett, and Hu), Harvard School of Public Health, and Channing Laboratory (Drs Sun, Stampfer, Willett, and Hu) and Division of Preventive Medicine (Dr Manson), Department of Medicine, Brigham and Women's Hospital and Harvard Medical School, Boston, Massachusetts; Wellness Institute of the Cleveland Clinic, Lyndhurst, Ohio (Dr Bernstein); and Department of Molecular Epidemiology, German Institute of Human Nutrition, Nuthetal, Germany (Dr Schulze).
Nota: O artigo "Red Meat Consumption and Mortality," An Pan, Qi Sun, Adam M. Bernstein, Matthias B. Schulze, JoAnn E. Manson, Meir J. Stampfer, Walter C. Willett, Frank B. Hu, Archives of Internal Medicine, online March 12, 2012, está disponível para acesso integral clicando emhttp://archinte.ama-assn.org/cgi/content/full/archinternmed.2011.2287
Matéria da AFP, no Yahoo Notícias.
EcoDebate, 14/03/2012

ORIGEM DA FRUTA NONI - Exibido no Globo Reporter

APRESENTAÇÃO DE SLIDES

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